Hiure Queiroz

De nuvem
Revisão de 19h42min de 18 de setembro de 2013 por Hiure (Discussão | contribs)

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. Hoje é dia 12 de Setembro de 2013!

Sim essa afirmação é importante, pelo menos para mim, que a 7 dias não consigo ter certezas dessas variáveis temporais, pois (com o perdão do trocadilho) ando literalmente nas Nuvens .

Pois bem, essas breves linhas tratam-se de um relato do que tenho aprendido e sentido por aqui nas "nuvens"...

Depois de uma profunda imersão, principalmente no projeto (Kit Rural Circuits ) tenho ocupado a mente quase que em totalidade para aprender sobre eletrônica e electromagnetismo.

No primeiro dia não conseguimos fazer quase nada pois foi um dia de chegar e se organizar. No segundo dia foi onde de fato começamos a nos organizar e onde realmente foi possível entender o que eu vim fazer aqui. Pois até então não sabia direito o que eu queria e o que ia acontecer (o que até me fez muita vontade de estar aqui), mas já conseguia sentir que era onde eu realmente gostaria de estar.

Depois de todas as organizações necessárias, começamos a planejar e nos dividir para os trabalhos....


Domando elétrons para cortar garrafas

No primeiro dia de trabalho estávamos tentando cortar garrafas, para fazer o tubo para gerar ozônio. E nesse dia foi um bom retrato do que viria pela frente. Logo o grupo aumentou algumas pessoas tentavam cortar a garrafa com a técnica de queimar o barbante enrolado (existem várias maneiras no oraculo. Tentamos cortar com aguá dentro, sem água dentro, tentamos ainda algo como marcar a garrafa com um risco e depois com uma vela esquentar a garrafa para quebrar. Eu particularmente investi meus esforços em utilizar um barbante e produzir calor por atrito, como se fosse cortar a garrafa apenas atritando o barbante enrolado, mas não tive muito resultado. A minha força de vontade até me fez ver uma "cava" produzida pelo atrito, mas logo alguém chegou com uma garrafa semelhante com a mesma cava e vi que na real todo esforço não serviu muito.

E logo as ideias foram amentando, quando percebemos estávamos projetando uma máquina de cortar garrafas, utilizando um arame de resistência utilizado em chuveiro. Porém percebemos que quando o arame era conectado a rede elétrica ela esquentava tanto até chegar o ponto de fundir, sem haver tempo para cortar a garrafa. Acontece que dentro do chuveiro há água, o que não deixa a resistência alcançar a temperatura de fusão do arame.

Esse foi o ponto de começar a pensar. Pensamos e pensamos, e isso nos fez reviver alguns conceitos básicos sobre eltromagnetismo, pois o que estava acontecendo era que o arame conectado direto na rede representava um "caminho mais fácil" para os elétrons quando ligado a rede, e isso gera uma altíssima corrente passando pelo arame e que por efeito jaule aquece um condutor a altíssimas temperaturas.

o que nos levou a crer que poderíamos então aumentar a "barreira" para essa corrente, aumentando a resistividade desse material, pois se pensarmos no em como se da essa "barreira" ou a resistência de um material temos:

Falhou ao verificar gramática (O executável <code>texvc</code> não foi encontrado. Consulte math/README para instruções da configuração.): R=\rho{\ell \over A}


onde

ρ é a resistividade elétrica do condutor(em ohm metros, Ωm);
R é a resistência elétrica do material(em ohms, Ω);
Falhou ao verificar gramática (O executável <code>texvc</code> não foi encontrado. Consulte math/README para instruções da configuração.): \ell

é o comprimento do condutor (medido em metros);

A é a área da seção do condutor (em metros quadrados, m²).

Essa relação vale apenas para materiais uniformes e isotrópicos, com seções transversais também uniformes. Ref

Assim a ideia foi aumentar a resistêmcia R da equação, que representa aumentar o comprimento l e/ou diminuir a área A. Tentamos utilizar o comprimento máximo do fio, porém a área e a resistividade não era possível alterar... Foi inutil nosso material voltou a fundir!

Isso nos fez pensar em outra coisa, que seria aumentar a resistência do circuito para "domar" os elétrons para que passe, vamos dizer, a quantidade certa de elétrons no arame utilizando uma resistência dessa de circuito.

Temos duas definições que vão dar mais clareza sobre o que acontece quando aplicamos uma diferença de potencial (ligar na tomada) em um sistema; A primeira é sobre a medida da passagem dos éltrons nos fios, que é dada pela lei de Àmpere:


Falhou ao verificar gramática (O executável <code>texvc</code> não foi encontrado. Consulte math/README para instruções da configuração.): i = \rho \over t


onde

i é a corrente elétrica numa secção transversal em um condutor(Coulumb/s ou Àmpere, A);
Q Quantidade de carga (representado pela qantidade de életrons)(em ohms, Ω);
U é a diferença de potêncial ou tensão (em Volts, V);


temos que o valor da resistência total dentro de um circuito é dada por:
Falhou ao verificar gramática (O executável <code>texvc</code> não foi encontrado. Consulte math/README para instruções da configuração.): R=U \over i


onde

i é a corrente elétrica numa secção transversal em um condutor(Coulumb/s ou Àmpere, A);
R é a resistência elétrica do material(em ohms, Ω);
U é a diferença de potêncial ou tensão (em Volts, V);