Mudanças entre as edições de "Cooperativa Integral"

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COMO foi criada a cooperativa integral: en 2008 durante o estouro da crise mundial comessaram a estudar o sistema mundial e identificaram o sistema financeiro mundial como o principal problema e origem da crise mundial.
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COMO foi criada a cooperativa integral: en 2008 durante o estouro da crise mundial começaram a estudar o sistema mundial e identificaram o sistema financeiro mundial como o principal problema e origem da crise mundial (http://www.17-s.info/es).
a a;áo do enric duran serviu para denunciar essa problematica do sistema financeiro. antes de 2008 o grupo fez uma caranava na catalunha visitando coletivos. nesta época fizeram um encontro em CALCAZES uma cooperativa.
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a açáo do enric duran serviu para denunciar essa problematica do sistema financeiro. antes de 2008 o grupo fez uma caranava na catalunha visitando coletivos. nesta época fizeram um encontro em CAL CASES (http://calcases.info/?page_id=99).
logo depois deste encontro estouro a crise em setembro de 2008, logo depois da expropria;áo feita por enric, a imprensa procurou enric para a divulga;áo deste fato.
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Estourou a crise em setembro de 2008, logo depois da expropriaçáo feita por enric, a imprensa procurou enric para a divulgaçáo deste fato.
com o estouro da crise financeira e queda dos pre;os dos imóveis, muitas pessoas que financiaram a compra de seus imóveis (hipoteca) acabaram perdendo os seus imóveis financiados em favor dos bancos e mesmo assim continuaram devendo para os bancos.  
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com o estouro da crise financeira e queda dos preços dos imóveis, muitas pessoas que financiaram a compra de seus imóveis (hipoteca) acabaram perdendo os seus imóveis financiados em favor dos bancos e mesmo assim continuaram devendo para os bancos.  
O grupo resolveu propor a GREVE BANCÁRIA de forma que ninguém pagasse suas dívidas aos bancos. Para tanto lan;aram publicamente a divulga;ao de um formulário para os grevistas.
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O grupo resolveu propor a GREVE BANCÁRIA (http://enricduran.cat/wp-content/uploads/2013/02/03VOLEMCAT.pdf) de forma que ninguém pagasse suas dívidas aos bancos. Para tanto lançaram publicamente a divulgaçao de um formulário para os grevistas.
a fórmula jurídica encontrada foi de COOPERATIVA MISTA DE CONSUMO E DE PRESTA;AO DE SERVI;OS. O que resolveu satisfatoriamente as necessidades de produ;ao e de consumo dos cooperativistas. Outra facilidade promovida pela cooperativa, foi que os endividados (com o nome sujo na pra;a), podiam usar a cooperativa para voltar ao mercado consumidor e fazer compras.
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Simultaneamente à açao contra os bancos, começaram a pensar na construçao de uma alternativa: encontraram a fórmula jurídica COOPERATIVA MIXTA DE CONSUMO E DE PRESTAÇAO DE SERVIÇOS (a que depois seria denominada "COOPERATIVA INTEGRAL CATALA" https://cooperativa.cat/). O que resolveria satisfatoriamente as necessidades de produçao e de consumo dos cooperativistas. Outra facilidade promovida pela cooperativa, foi que os endividados (com o nome sujo na praça), podiam usar a cooperativa para voltar a se sustentar com projetos produtivos e fazer compras.
Foi criada a moeda social da cooperativa integral o ECO com o sistema CES. Vários servi;os foram desenvolvidos dentro da cooperativa sem o uso intensivo de capital, como por exemplo um grupo de cooperados come;ou a retificar oléo de cozinha usado para o uso em tratores dos agricultores locais que assim passaram a usar a moeda social ECO para comprar oléo com ECO.
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Foi criada a moeda social da cooperativa integral em Barcelona (o ECO) e uma moeda social geral para a Cooperativa Integral Catala com o sistema CES (atualmente, trabalham com o IntegralCES: https://integralces.net). Vários serviços foram desenvolvidos dentro da cooperativa sem o uso intensivo de capital.  
 
O próximo passo da cooperativa integral foi o desenvolvimento das COMPRAS COLETIVAS para os seus cooperados.  
 
O próximo passo da cooperativa integral foi o desenvolvimento das COMPRAS COLETIVAS para os seus cooperados.  
As discussóes internas da cooperativa pautavam-se pelo dilema entre as op;oes de ATAQUE ou de BLINDAGEM aos mecanismos de domina;ao do sistema excludente e opressor.  
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As discussóes internas da cooperativa pautavam-se pelo dilema entre as opçoes de ATAQUE ou de BLINDAGEM aos mecanismos de dominaçao do sistema excludente e opressor.  
A ideia central da cooperativa é minar o sistema capitalista negando-se ao consumo dentro do sistema, por exemplo, promovendo a DESBANCARIZA;ÁO, retirar recursos dos bancos, usar menos servi;os dos bancos.
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A ideia central da cooperativa é minar o sistema capitalista negando-se ao consumo dentro do sistema, por exemplo, promovendo a DESBANCARIZAÇÁO, criando um sistema alternativo.
Em Ubatuba Lirca faz um projeto de agroecologia , surgindo a dúvida de qual roupagem figura jurídica para formalizar o projeto autogestionário em execu;ao. Na prática atuam sempre de forma cooperativa, usando ou nao a figura jurídica da cooperativa. Produzem verduras organicamente e tentam vender toda a produ;ao na forma de cestas de verduras, para evitar o desperdício de alimentos nao escolhidos pelos clientes. Nao havendo conexao alguma a atividade em Ubatuba com a cooperativa integral catalan. Uma vez constituída e organizada a cooperativa integral em catalunha, Lirca, por motivos pessoais, resolveu ter uma atividade mais prática e direta em agroecologia no Brasil. De forma que a FAIR COOP , a CIC e o projeto agroecologico em Ubatuta sáo processos autönomos que se interligam das mais diversas formas.
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Uma vez constituída e organizada a cooperativa integral em catalunha, Lirca, por motivos pessoais, resolveu ter uma atividade mais prática e direta em agroecologia no Brasil. Em Ubatuba (SP), ela faz um projeto de agroecologia (Uilikandé: http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande), surgindo a dúvida de qual roupagem figura jurídica para formalizar o projeto autogestionário em execuçao. Na prática atuam sempre de forma cooperativa, sem usar a figura jurídica da cooperativa. Produzem verduras organicamente e tentam vender toda a produçao na forma de cestas de verduras, para evitar o desperdício de alimentos nao escolhidos pelos clientes e poder planificar a produçao. Nao havendo conexao atualmente entre a atividade em Ubatuba com a cooperativa integral catalana. De forma que a FAIR COOP , a CIC e o projeto agroecologico em Ubatuta sáo processos autönomos que se interligam das mais diversas formas (a FairCoop seria o projeto guarda-chuvas que conectaria projetos autônomos constituidos ou nao como coooperativas: Uilikandé, CIC,etc).
A FAIR COOP apresenta uma ferramenta para substitui;ao ao uso do sistema financeiro.
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A FAIR COOP apresenta uma ferramenta para substituiçao ao uso do sistema financeiro.
  Discute-se agora a formaliza;ao da COOPERATIVA INTEGRAL EUROPEIA, o que se constitui em uma necessidade prática para a Europa.
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  Discute-se agora a busca de uma forma jurídica análoga à da COOPERATIVA INTEGRAL EUROPEIA (http://freedomcoop.eu/), para latinoamérica.

Edição das 00h15min de 7 de dezembro de 2016

COMO foi criada a cooperativa integral: en 2008 durante o estouro da crise mundial começaram a estudar o sistema mundial e identificaram o sistema financeiro mundial como o principal problema e origem da crise mundial (http://www.17-s.info/es). a açáo do enric duran serviu para denunciar essa problematica do sistema financeiro. antes de 2008 o grupo fez uma caranava na catalunha visitando coletivos. nesta época fizeram um encontro em CAL CASES (http://calcases.info/?page_id=99). Estourou a crise em setembro de 2008, logo depois da expropriaçáo feita por enric, a imprensa procurou enric para a divulgaçáo deste fato. com o estouro da crise financeira e queda dos preços dos imóveis, muitas pessoas que financiaram a compra de seus imóveis (hipoteca) acabaram perdendo os seus imóveis financiados em favor dos bancos e mesmo assim continuaram devendo para os bancos. O grupo resolveu propor a GREVE BANCÁRIA (http://enricduran.cat/wp-content/uploads/2013/02/03VOLEMCAT.pdf) de forma que ninguém pagasse suas dívidas aos bancos. Para tanto lançaram publicamente a divulgaçao de um formulário para os grevistas. Simultaneamente à açao contra os bancos, começaram a pensar na construçao de uma alternativa: encontraram a fórmula jurídica COOPERATIVA MIXTA DE CONSUMO E DE PRESTAÇAO DE SERVIÇOS (a que depois seria denominada "COOPERATIVA INTEGRAL CATALA" https://cooperativa.cat/). O que resolveria satisfatoriamente as necessidades de produçao e de consumo dos cooperativistas. Outra facilidade promovida pela cooperativa, foi que os endividados (com o nome sujo na praça), podiam usar a cooperativa para voltar a se sustentar com projetos produtivos e fazer compras. Foi criada a moeda social da cooperativa integral em Barcelona (o ECO) e uma moeda social geral para a Cooperativa Integral Catala com o sistema CES (atualmente, trabalham com o IntegralCES: https://integralces.net). Vários serviços foram desenvolvidos dentro da cooperativa sem o uso intensivo de capital. O próximo passo da cooperativa integral foi o desenvolvimento das COMPRAS COLETIVAS para os seus cooperados. As discussóes internas da cooperativa pautavam-se pelo dilema entre as opçoes de ATAQUE ou de BLINDAGEM aos mecanismos de dominaçao do sistema excludente e opressor. A ideia central da cooperativa é minar o sistema capitalista negando-se ao consumo dentro do sistema, por exemplo, promovendo a DESBANCARIZAÇÁO, criando um sistema alternativo. Uma vez constituída e organizada a cooperativa integral em catalunha, Lirca, por motivos pessoais, resolveu ter uma atividade mais prática e direta em agroecologia no Brasil. Em Ubatuba (SP), ela faz um projeto de agroecologia (Uilikandé: http://cirandas.net/uilikande/os-projetos-produtos-e-pessoas-do-uilikande), surgindo a dúvida de qual roupagem figura jurídica para formalizar o projeto autogestionário em execuçao. Na prática atuam sempre de forma cooperativa, sem usar a figura jurídica da cooperativa. Produzem verduras organicamente e tentam vender toda a produçao na forma de cestas de verduras, para evitar o desperdício de alimentos nao escolhidos pelos clientes e poder planificar a produçao. Nao havendo conexao atualmente entre a atividade em Ubatuba com a cooperativa integral catalana. De forma que a FAIR COOP , a CIC e o projeto agroecologico em Ubatuta sáo processos autönomos que se interligam das mais diversas formas (a FairCoop seria o projeto guarda-chuvas que conectaria projetos autônomos constituidos ou nao como coooperativas: Uilikandé, CIC,etc). A FAIR COOP apresenta uma ferramenta para substituiçao ao uso do sistema financeiro.

Discute-se agora a busca de uma forma jurídica análoga à da COOPERATIVA INTEGRAL EUROPEIA (http://freedomcoop.eu/), para latinoamérica.