Cargocollective

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cargocollective.org Performances desempenho de corpo e petro subjetividade. COmo essa estrutura energética poderia ser substituida por corpos, calóricos humanos. Tenho 5 plataformas, só 3 no site, essas são as metodologias, algumas plataformas em duplas outra em dezenas, sempre chamo outras pessoas nas plataformas. Ocupação dentro da universidade de belas artes, fizemos os reclames para construção dos prédios, deveria ter construído em 2012, e foi avisada a direção e reitoria invadimos o terreno para pressionar a concessionária, era s'um terreno baldio, foi descoberto que haviam repassado 9 milhões, utilizaram 6% e não devolveram, o restante não foi utilizado na construção de bases, que foram mal calculadas, a empreitera decretou falência e saiu fora com o dinheiro. Usamos plataformas sociais, e fizemos agênciamento de pessoas que queriam fazer reclame desse caso, e os estudantes engajaram fazendo projetos artísticos de todas formas. É proibido tirar foto do espaço interno do terreno, no começo recebemos ameaças dos licitadores. Não tinha arquiteto responsável e nem projeto arquitetônico, a escola de belas artes não tinha tanto interesse na construção do prédio. A ideia era transformar a discussão pública da não construção do prédio e o que aconteceu com o dinheiro público. Acontece junto com a crise dos terceirizados (funcionários), chamamos pela internet e internamente na universidade para ação no espaço e invadimos por um dia, onde idversos estudantes colocaram sua energia e pré-disposição performática. Todas as informações eram compartilhadas, criamos uma ata inicial, o objetivo. Como maneiro de lidar com a ocupação desse prédio "fantasma" como relações políticas e estética podiam estar integradas com reclame político "ativismo". Foram cerca de 100 estudantes. Para dar continuidade criamos as aulas baldias, estava nos 2 agênciamentos. Professores do corpo docente que se interessaram, pegamos uma área da marcenaria da obra, criamos uns bancos e conforto de espaço, tem sinal de wifi livre da universidade. Preparamos junto com professores preparando aula no terreno baldio, estavamo num momento de greve, e estavamos pensando em como fazer greve e paralisações de forma que não paralizasse, então fizemos aula em espaços mais críticos e não tão institucional, aulas de arte e ativismo e situações inovadoras usando arte e política, para levantar questões. Aline Cury trabalha com artes, tecnologias e mídias. COnseguimos chamar arquitetura, escultura e engenharia participavam das aulas abertas, conseguimos diversidade grande que na universidade não conseguíamos. As aulas durararam 1 mês e cada semana era um professor. Existe um labor para tocar uma ocupação ela tem um despendio energético, tempo e articulação de rede e como fazer sentindo uma troca real interna, então surgiu a ideia de como uma moeda poderia funcionar dentro dessa ocupação, não uma moeda infinita, mas que tivesse a delimitação dessa ocupação e no final cada um saísse com suas moedas de tempo e subjetividade, e minha função aqui é entender como criar, talvez uma moeda só por um tempo, ou só utlizada entre eles, dentro desse grupo. Crio uma moeda unica para desenvolver várias ocupações, entre os artistas? Qual os pontos críticos para não virar um cubocard, como não precarizar o trabalho deles! Ou moedas instantes, só naquele contexto, com estututo específico para aquele grupo naquela situação e isso seria o espólio do resultado dessa ocupação e depois pode valer alguma coisa, ou vira um objetinho de arte. COmo fazer o financiamento dessa situação sem logos/empresas? Agora estamos levantanto o tempo de trabalho, gasto para articulação dessa ocupação, do primeiro mês não tem registro, temos desses 2 últimos meses. Fico ocm medo de fazer uma moeda central, talvez não tenha identificação com os grupos, que precisam de moedas com certas especificidades, uma moeda central talvez paralise. Fico pensando se faço moedas de forma desfragmentada ou faço moeda central. Penso em fazer agora uma e experimentar, uma moeda para troca de texto, comida, estadia, funcionaria como 1 dia, ainda estou formulando esses estatutos de troca e como fazer para alimentar uma duração de 3 meses, primeiro um teste mais livre de circulação.

Jardim suspenso Projeto que ocupamos jardins e jardineiros (artistas envolvidos), incialmente fez uma casa no cosme velho, depois tijuca e na terceira na favela da babilônia, nosso produtor mora lá desde sempre, tivemos crises de espaço para fazer o evento e fizemos lá, fazemos sem grana uma vez por ano, e provavelmente a cada 2 anos. Ganhamos um premio de sustentabilidade e com as olimpíadas demoramos para receber o prêmio. Processos descolonizadoes para uma emancipação dessas comunidades. Capacitação para emancipar, oferecer uma estrutura para a pessoa desenvolver horta orgânica e se sustentar com isso. Tivemos um problema com o patrocinador, no caso a light. Origem do SPA e Hotel Loucura - OPAC  ?? FOi uma retomada, UNiv popular de artes e ciências, uma universidade livre, de construção de pensamento crítico do sistema de saúde e psiquiátrico e como se dá os tratamentos, é uma rede em vários estados, ocupávamos 2 andares desativados dentro do hospício que estava em funcionamento, com clientes/hóspedes os internos, o médico desenvolvia o teatro dionísio, e tinha a rede tupinambá. Um projeto que durou alguns anos. A questão é que tinha uma questão institucional, quando mudou os gestores internos da secretaria de saúde e prefeitura a ocupação teve que ser retirada, não tinha financiamente e muda todas as políticas. Agora está desativado. Sabíamos que uma hora isso iria acontecer, a crise é a forma como é o tratamento dos pacientes psiquiátricos as internações a força. ALguns com disforia sexual ou por ter fumado maconha.