Banco Intersubjetivo de desejos

De nuvem
Revisão de 22h20min de 6 de dezembro de 2016 por Foz (Discussão | contribs) (Criou página com 'O precesso criativo não se limita a criação da obra de arte seu valor, uma vez que a obra de arte é feito e circuldo em areas elitizadas da sociedade. O interesse é multi...')

(dif) ← Edição anterior | Revisão atual (dif) | Versão posterior → (dif)
Ir para: navegação, pesquisa

O precesso criativo não se limita a criação da obra de arte seu valor, uma vez que a obra de arte é feito e circuldo em areas elitizadas da sociedade. O interesse é multiplicar o canais de circulação.

Banco Intersubjetivo de desejos

Desejar= como verbo no futuro. Inicia com uma pesquisa de opnião qualitativa, em diferentes extratos economicos e socias, com material de pesquisa da UNAM. Cria-se uma fonte de desejos, uma instalação com video projeção e recipiente para agua, onde é despejado as moedas. São duas mil moedas totais Na saida da instalação há uma ficha de depósito. Foram coletados ao todo mil participantes.

Cria-se uma moeda com o valor de um desejo, no formato de um auroborus, indicando visualmente o valor do tempo, uma vez que a moeda tem suas caracteristicas no tempo intersubjetivo. A circulação das moedas gera uma nova forma de circulação comunicativa e troca, transformando o desejo em um mecanismo de auteridade intercambiavel de informação. O Banco funciona estrtural mente dentro de um website, que pode a qualquer um fazer um cadastro, incialmente com desejos próprio, que alimentam um censo qualitativo constante, subdividido em nucleos concetrados como Amor, Familia, Mundo. O Banco foi experimentado em diversos países latino americanos, adquerindo uma diversidade de censitária dos desejos. Em 2004 o Banco chega a Buenos Aires e as moedas se realizam de maneira especial devido o país estra passando por um forte crise financeira. Ao todo o Banco Intersubjetivo de Desejos tem 20.000 desejos registrados.


Cooperativa Ter uma um visão critica com os objetos em detrimento da exploração da natureza e consciencia plena da produção. Multiplicar as energias coletivas

Projeto de de publicação editorial junto as estudantes de artes. A pesquisa esteve em torno do papel dos pordutores culturais na Cidade do México. O projeto financiou 15 projetos que ao final agenciaram um feira de troca entre produtores, artistas e consumidores populares. A moeda cacau foi a mediação das trocas. Conecta-se com a ideia de comércio justo, onde produtores e cooperativas de padrão internacional e elitizado, que revertia a comercialização para comunidades populares. Funcionou de maneira adquada duarnte o evento cogregador, porém sem um resposta autonoma de desborbamentso politicos entre os envolvidos.

O nome do Deus do cacau:



Banco do Irreais

Projeto que visa a desenvolver a pesquisa Como viver no capitalismo sem dinheiro? .

É um Banco de Tempo que visa a trocade de tempo entre pessoas, que abrem um conta, fazem e recebem doações de tempo para o fundo, que podem ser usados para trocar por Irreais = moeda equivalente a uma hora de tempo, cada irreal vale 1h. Auxilia na criação de feiras de trocas onde pode-se comprar produtos coma moeda irreais.

O Banco usa uma palatforma online, aberta para a criação de perfis, onde há as opções de:

Mutirão ---> criação de açãoes coletivas Troca-treco ---> trocas Como viver no capitalismo sem dinheiro ----> espaço para alimetar a pesquisa de alternativas colaborativas com economia solidária.

O intuito é criar um mercado comum de produtos que faz uso da rede irreais, que gerou uma dificuldade nos proprios produtorespor não terem um habito de economia comum.

Pedro V.: O problema da arte e artificio em torno do que é arte util e inutl.

                dica: Livro a Greve da Arte
                O problema do projeto estar concetado ao Museu de Arte, que é um super projeto capitalista, com a pregunta Como Viver no capitalismo sem Dinheiro? É um sistema normativo.O papel do artista nesse sistema que torna o artista parte do funcionamento. O projeto é muito bom e deve haver mais projetos seus na cidade.
                

Bruno: A criação do MAR esta conectado com o processo de lavagem de imagem da prefeitura, conectado a um projeto de gentrificação da região portuária. A exposição de inauguração tratava de questõe politicas, que se tornou um jogada cognitiva. Até onde podemos estar dentro e fora do hackmento.


externalidades parasita suga expropriação? por que o algoritmo é necessário? por que a blockchain é necessária? por que o formato de cooperativa?