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De nuvem
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Foz e Drebs contam como abandonaram a cidade, deixando de pagar a casa e a clínica (só a casa custava 3 mil reais). Começaram a viajar para conhecer experiências rurais de vida coletiva. Já haviam vivenciado casas coletivas (repúblicas) em SP. Foz organizava essas casas - experiências com dinheiro compartilhado, centros sociais construídos com lixo de bairros nobres; Centro Social Ay Carmela, com moradores de rua, autofinanciado, com uma janta por mês com comida reciclada (xepa). São práticas cotidianas de uma vida barata, sustentável, foram feitas várias vezes ao longo da vida. A cidade tem muitas sobras (encontravam mármores, privadas, vidros, portas por exemplo, nos jardins).

Decisão de ir para o campo: o custo de uma casa em SP é no mínimo 500 mil. Com esse dinheiro se pode comprar uma terra muito grande no campo. Eles tem o know-how para fazer eventos na cidade, mas não no campo. Como as pessoas se sustentam no meio rural? No ano passado (2015) começam a se organizar com outras pessoas de SP, mas que tem trabalho com agroecologia, economia solidária. Discutem como financiar, quanto cada um pode dar, a possibilidade de se endividar. No grupo há duas frentes: uma da agricultura (SAFs, etc) e outra frente da Saúde (yogaterapeutas, ayurvedicas, fitoterapia, outros). portanto esse espaço seria um espaço de cura. Na cidade existe uma relação de pagamento para tornar possível a existência na cidade (manutenção da loucura). Acupuntura, por exemplo, sem mudança de hábitos pode se tornar um tylenol.

Visita a diversas comunidades no Brasil. Na Bahia, ecovilas que custam 500 mil para entrar (Itacaré). Que interferiram no local, por exemplo, contratando a população local para explorar um cacauzeiro. São pessoas que vieram de SP e compraram a terra por um preço muito barato. Especulação. Como fazer essa saída para o campo sem causar esse impacto negativo? Para a população local, a terra vale 50 mil. Os que vem montar a ecovila comprar por 150 mil. O preço local sobe, impossibilitando o acesso das populações locais.

Questão do purismo: às vezes a discussão fica muito purista. Não há como ser completamente coerente o tempo todo, mas é importante manter essa questão na cabeça.

Experiências econômicas comunitárias. Casa coletiva em La Paloma, Uruguai (La Rocha). Muito turismo no litoral, portanto há uma fonte de renda. Família construiu hostel. Fizeam um fundo coletivo (Pozo). Com esse pozo, se fez uma casa coletiva em La Paloma e mais horta, estufa, micro cervejaria e plantação de maconha. galinheiro. Fazem combuchá para vender na praia com mate. A ideia é que a casa seja autosustentável. Problemas: manutenção do banheiro seco,

Ivan: É o momento de fazer uma manifesto. Juliana Acha tem 4 hectares no sul, ele orienta ela. Ela trabalha com misticismo. Tem pouca terra é uma vantagem, cabo menos gente. Tem que por no papel e só entra quem concorda.

Drebs: os acordos tem que ser bem feitos e escritos (qualquer orientação de ecovila diz isso). em La Paloma isso deu muito errado, já que eram amigos de infância. Havia muita divergencia. Em duas semanas que passaram lá houve tanta mudança de acordo, tanta briga...

Ivan: Vocês não se sentem aptos a fazer isso?

Foz: Nosso grupo se organiza há 3 anos por lista de mail. Do grupo ficou um grupo pequeno, temos reunião essa semana para discutir essas coisas. Ainda não fechamos o manifesto, somos 5 núcleos (casal com filha, homem com filho, Kit). Essa pesquisa de desdobrou numa outra história: a questão economica é a mais dificil de organizar. Portanto decidiram tornar essa pesquisa numa coisa mais sistemática; fazer uma publicação para difundir essas práticas.

Drebs: Comuna Walteshausen tem economia compartiljhada: todo dinheiro é compartilhado. Ao engtrar todo o seu dinheiro, seus bens se dividem em 4: 1/4 é doação, 1/2 é empréstimo para a comunidade, e o último quarto fica com você. Todo o dinheiro de todas as atividades vão para um fundo comum. Até 200 euros você pode usar para usos pessoais. Todos tem seguro saúde, seguro desemprego, podem emitir nota. Roupas comuns. A terra foi comprada em conjunto. Encontro no ano 2000 houve um encontro de pessoas que querem formar comunidades. Se formou um grupo para a Alemanha. Em Freiburgo era caro. Em 2003 acharam uma fábrica de bonecos desativada. Do grupo original ficaram 2. Isso é muito comum. É muito comum que o lugar que você funda não é onde você acaba vivendo.

(Bananas são R$0,27 o kilo)

Ivan: O condominio pode ser um propriedade coletiva, pondendo não yter local privado.A propriedade coletiva é aceita, mas não produtiva. Não se pode ter ato de comércio atrvés da estrutura de condominio.

Aylan: Para criar uma cooperativa ou associacão voce precisa de uma descricão minima das atividades do grupo para indicar a melhor forma juridica para a situacão.

José: Minha familia junto com outros amigos, compraram uma propriedade e transformou em copropriedade, mas que se tornou no fim um objeto de especulacão imobiliária.

Existe Cooperativa habitacional? Existe através de um consórcio.

Aylan: Existe a possibilidade de ciracão de grupos diferentes através de suas afinidades,para orgganizar transacões. Trocas interrelacionais.

José: Não é possivel se tornar uma associacão empresarial?

Ivan: Atualmento há somente sociedades de capitais, onde é o capital manda sozinho. Não há uma jurisdicão propricia.

Foz: Segundo o codigo civil brasileiro o estado não pode negar a cricão de um culto religioso.

Pedro V:Diante da retaguarda politica economica no pais, voce pode ter um lei sendo enviada para derrubar estruturas de mo iemntos sociais.

Foz:Não ha atualmente possibilidade da banca da religiosa criar ou derrubar leis que possam atrapalhar seus negócios.
Aylan: a igreja é a melhor forma de protecão e a ferramenta mais eficaz de fortificacão de novas formas de vida em conexão com atividades economicas.

Foz: O modelo juridico de entidade religiosa é benefico para a criacão isenta de impostos de uma comunidade, poré ha o problema com a intolerancia para determinados grupos religiosos. A questão é como hackear essa ponte em favor de uma dissidência economica. 

Pedro V: Reverendo Billy e a igreja do pare de comrprar. É um grupo teatral que tem como base a apropriacão da linguagem e performance religiosa para fazer o movimento de paralisacão da compra. Ha videos documentais desse grupo na internet e ha uma cruzada de um onibus pela estrada para pregar a parada do consumo.

Pedro V: Texto Aos nossos amigos do comitê invisivel.


Foz: Há um problema metodologico em que quando as pessoas não estão envolvidas no processo o comprometimento é menor e a resiliencia é menos tabém, o que gera menor permanecia. A criacão do estatuta precisaria ser construida atravẽs de discussão coletiva e não unilateral.

Aylan: tem de criar um estatuto em que ha um porcesso de entrada e dicussão dos parametros de grupos com desejos e configuracões diferentes, um discenso deveo ser discutido e averiguado sua periculosidade para o grupo.

Foz: Dentor da geracão de renda temos o exemplo da producao de cerveja artesanal, em que eles geram em baixo custo para brigar com o valor de mercado e uma conexão com outros grupos locais, que podem consumir gerar economia de revenda. Um contrato entre grupos comuniatários independentes.

Não existe legislacao para producão artesanal, vc esta sempre a margem ou entra na producão insdustrial e se reposrta a esse tipo de condicionamento.

(prosumer: o produtor consumidor)