Casa tomada

De nuvem
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tenho um trabalho de pesquisa, até bem acadêmico, que conjugo com práticas curatoriais dentro da arte contemporânea. Nesse ano aterrisei em São Paulo e comecei a colaborar com um lugar chamado Casa Tomada (casatomada.com.br). fui convidade para fazer a coordenação de um projeto editorial chamado interaciones portuñol, textos traduzidos do espanhol para português, livros de artistas, cadernos de referência (processos de pesquisa em arte). A base é o fanzine: vamos alugar uma máquina de xerox para imprimir nossos textos e vender a preço de custo. Contamos com um fundo mínimo, criado através de um leilão de obras de arte, alguns artistas doaram obras que nós leiloamos. Íamos fazer crowdfunding mas acabou não saindo.

senti a necessidade de trabalhar a economia e artes visuais, e propus na casa com outro amigo (gabriel bolocian), fizemos o projeto chamado "estudos dobre o mercadismo". uma espécie de exposição mas não somente, um estudo sobre o economicismo da contemporaneidade. Tem um blog com referências de textos e entrevistas. Também fala sobre obras de artistas convidados. fizemos fambem algumas entrevistas, que também ficar am a disposição no espaço de exposição. Também fizemos algumas conversas para discutir as relações entre especulação, arte, capital financeiro, criptomoeda, etc. Vou ler uma pequena parte do texto para depois conectar com uma parte mais prática.

(... leitura de um texto...)

(citacao) os economistas são o contrario do cientista, nao querem saber o que esta acontecendo, mas ao contrario procuram um modelo e quando não bate dizem que as estruturas sociais têm que mudar. Esse querstionamento me fez pensar a estrutura na qual estou assentada. Como essa elocubracao teorica esta assentada na pratica. Como se dao oe mecanismos de financiamento da arte, como se da essa fagocitacao ideologica, o hackeamento do proprio hacker, do artista que esta estimulando conflitos mas ao mesmo tempo sendo fagocitado o tempo inteiro. Como podemos levar a cabo projetos de arte sem ter as maos decepadas?

Na exposicao do interaciones portunol senti que estou num plano abstrato teorico, mas na pratica nao estou consegiundo encontrar uma forma economica, viavel, justa, para levar adiante esse projeto. Agora queremos fazer uma publicação com todo esse material. Como financiamos isso? Temos editais (publicos e privados), financiamentos particulares (galerias), pessoas que soltam a grana, mas em cima de uma serie de caprichos.

Será possível encontrar uma forma de financiamento coletivo mais duradoura, mais estavel?

Uma galeria em geral entra com uma grana para financiamento da produção, e deṕois na venda é debitado. Ou então pode haver uma pré venda.

Comentários:

   - cooperativas poderiam vender arte, ou vender oficinas;
   - a arte em geral nao eh acessivel, entao autofinanciamento é difícil. A maior parte dos grupo de ativistas que participei não aceitava financiamento por causa das contradições inerentes aos financiadores;
   - produzir produtos que possam ser financiados por pessoas com menor poder aquisitivo;
   - festas, oficinas, pensar nas aptidões;